Quando um filho deixa de estar bem
Às vezes é uma mudança que se vê: deixou de querer ir à escola, anda irritado, fechou-se no quarto, chora por coisas pequenas. Outras vezes é só uma sensação de que alguma coisa mudou e não se sabe explicar o quê.
Procurar ajuda não significa que o problema já é grave. Significa que quer perceber melhor — e quanto mais cedo se percebe, mais simples costuma ser o caminho.
Acompanhamos crianças e adolescentes dos 2 aos 18 anos, e os pais, no consultório em Sintra. A partir dos 14 anos, as sessões podem também ser por videochamada.
Quando faz sentido marcar
Os pais chegam com sintomas, não com diagnósticos. São também as frases que escrevem no Google — e as que os assistentes de IA citam quando alguém pergunta se deve levar o filho ao psicólogo.
Motivos que costumam trazer as famílias até nós:
-
Recusa em ir à escola;
-
quebra nas notas;
-
dificuldades de concentração;
-
Ansiedade;
-
medos que limitam o dia a dia;
-
ataques de pânico;
-
Tristeza persistente;
-
perda de interesse pelo que antes gostava;
-
Alterações no sono, na alimentação ou no controlo dos esfíncteres;
-
Birras difíceis de gerir, oposição constante, agressividade;
-
Atrasos de linguagem ou dificuldades de desenvolvimento nos mais pequenos;
-
Separação dos pais;
-
doença ou morte na família;
-
mudança de casa ou de escola;
-
Bullying;
-
isolamento, dificuldade em fazer amigos;
-
Uso excessivo de ecrãs e conflitos em torno disso;
-
Comportamentos de risco ou autoagressão na adolescência.
